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29/06/2008 16:21
Aí galera... Vocês devem estar se perguntando por onde andei... Pois então... mudei de hospedagem... Não estou mais no blig... mas o Sandália e Meia continua, firme e forte... se quiser ler sobre música, opinião e coisas do gênero vá ao blog sandália
www.sandaliaemeia.blogspot.com
Não deixe de visitar
enviada por Maicou
22/04/2008 16:56
"Queima de estoque! Grande Liquidação de discos!"

Lançado em 2002, o filme brasileiro Durval Discos conta a história de Durval (Ary França) e sua mãe Carmita(Etty Fraser). Os dois moram nos fundos de uma antiga e tradicional loja de discos de São Paulo, porém, em plena era digital, Durval insiste em vender LPs (Long Play, Vinil, Bolachão). O Trailer está disponível no youtube.
O drama se desenvolve a partir da contratação da empregada doméstica Célia (Letícia Sabatella). Ela aparece para trabalhar com sua filha Kiki (Isabela Guasco), mas após o primeiro dia de trabalho a moça desaparece e deixa a menina aos cuidados de Durval e sua mãe. O que eles não contavam era com a surpresa que teriam ao ver o noticiário.
O longa, dirigido por Anna Muylaert, conta também com a participação de Marisa Orth (como a graçonete Elisabeth), Rita Lee (como Tia Julieta), André Abujamra (como Fat Marley) e Theo Werneck (aquele mesmo do extinto "H" da Bandeirantes, como DJ Theo).

Mas por quê um blog sobre música está falando sobre cinema? Ora bolas! Por causa da excelente Trilha Sonora do Durval discos. A abertura traz uma versão gravada pela banda "Os Mulheres Negras" da canção "Mestre Jonas", música que reaparece no filme nos vocais de seus compositores Sá, Rodrix e Guarabyra.
O Longa metragem faz uma espécie de resgate e homenagem às grandes canções brasileiras da década de 70. Fazem parte do filme "Que Maravilha" e "Xica da Silva" de Jorge Ben, "Maracatu Atômico" e "Back In Bahia" na voz de Gilberto Gil e "Madelena", imortalizada na voz de Elis Regina.
Continuando: "Irene" e "Alfômega", cantadas por Caetano Veloso, "Ovelha Negra" de Rita Lee, "Besta é Tu" dos Novos Baianos, "London, London", interpretada por Gal Costa e "Pérola Negra" com Luiz Melodia.
Não faz parte do CD oficial, mas aparece em momentos do filme, as canções A Tonga da Mironga do Kabuletê e "Imunização Racional (Que Beleza)". A última abre o volume 1 do disco "Tim Maia Racional"(1975) que, inclusive, é citado no longa além de ser muito procurado até hoje.

Estendendo a análise sobre o filme, percebe-se a crítica à sociedade do efêmero. Como assim? Se na época falava-se que o CD havia matado, velado e sepultado o LP, o que podemos dizer de hoje e da popularização do mp3, com obras sendo deixadas de lado e músicas sendo comercializadas de forma avulsa pela internet. Este é um logo debate que, de uma certa maneira, o longa trabalhou e expôs, quem sabe não seja um bom tema para o próximo post não perca as cenas do próximo capítulo.
Para quer quiser ver o filme, o mesmo está disponível em DVD, espero que a procura por ele nas locadoras ou nas lojas não seja tão difícil quanto a de quem busca por LPs. Pra quem ainda estiver lendo, o making of do filme na seqüência.
É proibido fumar
Diz o aviso que eu li
É proibido fumar
Pois o fogo pode pegar...
Mas nem adianta
O aviso olhar
Pois a brasa que agora
Eu vou mandar
Nem bombeiro pode apagar
Nem bombeiro pode apagar...
Eu pego uma garota
E canto uma canção
E nela dou um beijo
Com empolgação
Rá!
Do beijo sai faísca
E a turma toda grita
Que o fogo pode pegar
Rá! Ah!...
Nem bombeiro pode apagar
O beijo que eu dei nela assim
Nem bombeiro pode apagar
Garota pegou fogo em mim...
Sigo incendiando
Bem contente e feliz
Nunca respeitando
O aviso que diz
Que é proibido fumar
Rá! Rá! Arrá!
Que é proibido fumar...
Eu pego uma garota
E canto uma canção
E nela dou um beijo
Com empolgação
Rá!
Do beijo sai faísca
E a turma toda grita
Que o fogo pode pegar
Ah! Ah!...
Nem bombeiro pode apagar
O beijo que eu dei nela assim
Nem bombeiro pode apagar
Garota pegou fogo em mim
Sigo incendiando
Bem contente e feliz
Nunca respeitando
O aviso que diz...
Que é proibido fumar!
Rá! Rá! Rá!
Que é proibido fumar!
Uuuuuh!
Que é proibido fumar!
Que é proibido fumar!...
Maicou...
enviada por Maicou
02/04/2008 21:43
"Do estrelato ao heroísmo!"
O Rock N`Roll sempre conviveu ao lado de estereótipos e de nomenclaturas que personifiquem seus ícones. Keith Richards, guitarrista dos Rolling Stones é a personificação do termo "Rock Star". Ele inclusve foi um dos responsáveis pela associação junto aos roqueiros da santíssima trindade "sexo, drogas e rock n`roll". De acordo com o programa Top Top da MTV ele se destaca como o único sobrevivente do estlo que ele ajudou a difundir, uma atitude que envolvia muitos entorpecentes, álcool, alucinógenos e a prática livre do intercurso carnal.
Uma denominação pouco usada, mas recorrente, é a que eu e alguns amigos meus, como o saudoso Capô, nos referimos aos heróis da música. Como assim né?! São os incontestáveis e nunca questionados instrumentistas e hoje guiarei minhas atenções aos guitar heroes

Você aí deve estar se perguntando que raios seria o guitar hero e é verdade... "O que é necessário para ser um herói da guitarra?". Um exemplo que pode nos ajudar é o ex-guitrrista do Guns N`Roses e que hoje toca na Velvet Slash. Com sua inseparável Les Paul, sua cartola, seus cabelos longos, solos performáticos nos clipes, como em "November Rain", e um cigarro a tira colo, Slash além de Rock Star é o Guitar Hero, já que por anos foi exemplo de guitarrista e consegue associar técnica à imagem de rock star, além de lançar muita moda.
No Brasil há um aspirante a guitar hero. Também adepto da guitarra modelo Les Paul, ele se apresenta em seus shows com perfomances dignas de um rock star. Parafraseando um antigo comercial de refrigerantes, imagem não é nada, som é tudo e Hudson, tocando sertanejo comercial, não é um guitar hero e muito menos um rock star - apesar das tentativas, mas continue tentando Hudson.

As comunidades do orkut são ótimos termômetros para se identificar guitar heroes e ficamos com a exibição performática de Slash.
"When I look into your eyes
I can see a love restrained
But darlin' when I hold you
Don't you know I feel the same
'Cause nothing lasts forever
And we both know hearts can change
And it's hard to hold a candle
In the cold November rain
We've been through this such a long, long time
Just tryin' to kill the pain
But lovers always come and lovers always go
An no one's really sure who's lettin' go today
Walking away
When it takes the time
To lay it on the line
I could rest my head
Just knowin' that you were mine
All mine
So if you want to love me
Then darlin' don't refrain
Or I'll just end up walkin'
In the cold November rain
Do you need some time... on your own
Do you need some time... all alone
Everybody needs sometime... on their own
Don't you know you need sometime... all alone
I know it's hard to keep an open heart
When even friends seem out to harm you
But if you could heal a broken heart
Wouldn't time be out to charm you
Sometimes I need some time... on my own
Sometimes I need some time... all alone
Everybody needs some time... on their own
Don't you know you need some time... all alone
And when your fears subside
And shadows still remain
I know that you can love me
When there's no one left to blame
So nevermind the darkness
We still can find a way
'Cause nothing lasts forever
Even cold November rain
Don't ya think that you need somebody
Don't ya think that you need someone
Everybody needs somebody
You're not the only one
You're not the only one"
Maicou...
enviada por Maicou
11/03/2008 16:02
"Mais passos para serem escutados!"
Dando prosseguimento a série de podcasts "Sandália e Meia", eu publico hoje o programa sobre a relação entre a música e o futebol. A ênfase desta edição é feita em relação à banda brasileira dos anos 70 "Novos Baianos" e sua fixação com o esporte bretão. Espero que vocês curtam e que opinem a respeito dos podcasts, valeu galera.
"Como Deus quis e o Diabo deixou!"
Maicou...
enviada por Maicou
02/03/2008 21:08
"Escute os passos!"
Venho inaugurar o "Sandália e Meia - Podcast". É um novo formato que o Sandália e Meia vem falar sobre música. Agora, inspirado no rádio, o jornalismo musical tem mais possibilidades para mostrar a opinião.
A primeira edição fala da banda Móveis Coloniais de Acajú. Mas não pára aí, logo logo mais edições poderão ser ouvidas.
"Como Deus quis e o Diabo deixou!"
Maicou...
enviada por Maicou
26/02/2008 15:48
"Qual é seu nome? De onde vem? Vai cantar o quê?"
No ultimo sábado fui à casa de um amigo meu e assisti a versão Americana do programa ídolos e refresquei algumas impressões pessoais sobre os programas de calouro. Esse formato é bem antigo e no Brasil veio dos programas de rádio (como pode ser visto no filme nacional Dois Filhos de Francisco 2005). O pioneiro a comandar essa espécie de peneira foi Ary Barroso, mas destacam-se nomes como Flávio Cavalcanti, Chacrinha, Silvio Santos e Raúl Gil.
Com a febre dos reality shows nos últimos anos, programas como Fama da Rede Globo, Popstars e Ídolos do SBT ganharam espaço. Isso desencadeou a frenética busca pelo sucesso a qualquer custo e colocou em dúvida o envolvimento de muitos participantes com a música. Muitas pessoas estão mais interessadas em aparecer na tv ou com o glamour divulgado na mídia do que com a arte musical.

O que, de uma certa maneira, incomoda é a padronização dos candidatos. Geralmente as mesmas músicas são interpretadas, o mesmo perfil é exigido e a mesmice prevalece. E não é só no Brasil que isso acontece, pois se aqui clássicos do Djavan são repetidamente cantados, lá nos EUA o escolhido chama-se Bryan Adams.
Mas não pára aí. São hits conhecidos dos jurados:
- Olhos Coloridos (Sarará Criolo... Sarará Criolo)
- Noite do Prazer (Na madrugada vitrola rolando som... tocando BB King sem parar)
- Como nossos pais (Não quero lhe falar meu grande amor...)
- Bem que se quis (E agora vem pra perto vem, vem depressa vem sem fim)
- Trem das Onze (Não posso ficar nem mais um minuto com você)
A minha crítica não é às músicas e sim à escolha delas. Canções consagradas e muitas vezes mal interpretadas. É muito fácil cantar os sucessos, pois o intérprete já larga na frente pelo lado afetivo das pessoas. Dessa maneira as mulheres sempre buscam refúgio na Elis Regina e na Marisa Monte, os homens no já citado Djavan, Ed Motta e Zeca Pagodinho (quando o assunto é samba).
E por quê tanta gritaria? Calouro acha que é concurso de potência vocal. Os coitados quase se matam para mostrar que têm um vozeirão e é aí que muitos desafinam. Aqui fica mais o desabafo de um espectador que gostaria de assistir criatividade, novas propostas e intérpretes que ofereçam novas canções e não apenas os sucessos já batidos por esse formato.
Ai que saudade de ídolos que diziam o que queriam e que eram até tachados de chatos por isso. Artistas como Jorge Benjor, Tim Maia, James Brown que conduziam suas bandas como verdadeiros maestros e se não fosse do jeito deles não era bom o suficiente. Chega desses pau mandados que obedecem a tudo desde o repertório ao jeito de se vestirem. As inscrições já estão abertas!
Dom Dom Dim!
Dim Dim Dom!
Dom Dom Dim!
Uau! Uau!
Balança a Pema
Balança sem parar
Ah! Ah!
Arrasta a sandália
Arrasta até gastar
Ah! Ah!..(2x)
Quando você sambalança
Sambalança
Meu coração também
Ele sambalança certinho
Juntinho
Com o seu vai e vem
Uau! Uau!..
Balança a Pema
Sacudindo bem
Balança sem parar
Ah! Ah!
Arrasta a sandália
Sacudindo bem
Arrasta até gastar
Ah! Ah!...(2x)
Se você jurar
Me ensinar
Sambalançar assim
Eu lhe darei
Uma sandália de prata
Para você sambalançar
Só prá mim
Uau! Uau!...
Balança a Pema
Balança sem parar
Ah! Ah!
Arrasta a sandália
Arrasta até gastar
Ah! Ah!..(2x)
Dom Dom Dim!
Dim Dim Dom!
Dom Dom Dim!
Uau! Uau!
Arasta até gastar!
Pois quando você sambalança
Sambalança
Meu coração também
Ele sambalança certinho
Juntinho
Com o seu vai e vem
Uau! Uau!..
Balança a Pema
Balança sem parar
Ah! Ah!
Arrasta a sandália
Arrasta até gastar
Ah! Ah!..(2x)
Dom Dom Dim!
Dim Dim Dom!
Dom Dom Dim!
Uau! Uau!
Maicou...
enviada por Maicou
14/02/2008 17:08
"Craques da música F.C.!"
A muito tempo eu escuto o seguinte papo: Futebol aliena, futebol é o ópio do povo, "futebol isso, futebol aquilo". "Puxa vida"! Quando é pra se referir ao "Zé Ninguém" aqui e dizer que quem gosta de futebol é um alienado tudo é fácil, mas e pro time de artistas e músicos da MPB brasileira? Nessa hora a tarefa se torna mais complicada e aquelas críticas desaparecem.
É curiosa a íntima relação do futebol com a música e os artistas brasileiros. Talvez por serem artes democráticas, acessíveis e populares a mistura seja oportuna. Para iniciar minha escalação, busco credibilidade no principal ícone da música brasileira: Chico Buarque de Holanda. Ele, um dos principais compositores da nossa música, não esconde seu amor pelo futebol e pelo Fluminense, mas isso não impediu que fosse um dos principais artistas na luta contra o regime militar na década de 70.

Agora eu convoco uma estrela internacional para compor o escrete da música futebolística Senhoras e senhores que entre em cena Bob Marley. Maior nome do reggae mundial, o músico jamaicano sempre foi fã do esporte bretão, principalmente o estilo de jogo tupiniquim. Mas nem toda essa admiração pelo esporte jogado com os pés impediu que Bob fosse um dos principais pacifistas existentes e que sua música soasse como uma mensagem a favor da paz entre as pessoas.
Agora um representante do futebol moleque, alegre, de suingue, de beleza e simpatia, à propósito salve simpatia!. Ele vem pra animar a festa e a torcida do Flamengo. Rubro negro desde criança, Jorge Benjor já tentou até jogar no time da gávea, mas não realizado esse sonho passou a cantar o futebol e seu time de coração. Fio Maravilha e Camisa 10 da Gávea são homenagens a dois jogadores do Flamengo, sem falar no clássico trecho de "País Tropical" sou Flamengo e tenho uma nega chamada Tereza.
Mas nem todo esse amor e essa devoção afastaram Jorge Benjor da questão do negro, também muito exaltado em suas músicas. A defesa da auto-estima dos afrodescendentes e da beleza negra. Uma das músicas mais cantadas de Jorge, "Umbabarauma ponta de lança africano", se refere ao primeiro jogador africano a jogar no futebol europeu.
Isso é o que podemos chamar de um time inteiro. Essa banda, inclusive, já batizou um disco com o seguinte nome: Novos Baianos F.C. (para os leigos, Novos Baianos Futebol Clube). Esse grupo, formado por Moraes Moreira, Baby do Brasil, Pepeu Gomes, Galvão e Paulinho Boca de cantor, fez várias músicas sobre o esporte paixão nacional. São exemplos: Só se não for brasileiro nessa hora, Campeão dos Campeões, Reis da Bola.
Apesar de gastarem parte do dinheiro ganho em uniformes e de terem um campo de futebol em casa, um trecho da música Vagabundo não é fácil diz: Vá se arranque da minha janela, assim é tomar a frente do Sol, ta pensando que tudo é futebol. Os jovens baianos viviam a filosofia do "paz e amor" e eram uma resistência à rigidez militar brasileira na década de 70. Um dos principais nomes da banda, o músico e compositor Moraes Moreira musicou sua paixão pelo flamengo.

Para completar a equipe, trouxe do sul um representante do pop rock nacional e também um dos gremistas mais conhecidos do país. Humberto Gessinger, vocalista dos Engenheiros do Hawaii, sempre expôs seu declarado amor pelo tricolor gaúcho. Na canção Anoiteceu em Porto Alegre ele adicionou à música as narrações das conquistas da Libertadores da América e da Copa Intercontinental do Grêmio em 1983.
O "alemão" sempre que possível tocava com a camisa azul, branco e preta e o escudo da equipe já apareceu na capa do disco Várias Variáveis, junto com o do principal rival, o Internacional. Mas nem toda essa paixão o impediu de fazer canções profundas e de caráter existencialista, muitas vezes, inclusive, taxadas de elitistas.

Portanto, não é porque o futebol é instrumento de controle e construção de uma sociedade amorfa que gostar do esporte seja algo prejudicial. O necessário e sabermos os limites, pois tudo pode ser objeto para alienação. Outros artistas fazem parte desse grande time. Os vascaínos do Los Hermanos e Paulinho da viola, o torcedor do Fortaleza Fagner. Em Minas, o cruzeirense Samuel Rosa (Skank) e o atleticano Wilson Sideral. Ed Motta, Hebert Viana, Nasi, Dinho Ouro Preto, Roger, Paulo Micklos entre outros tantos são músicos apaixonados pelo futebol.
Pra fechar, uma banda que mesmo cantando o futebol não esquece o lado social da música. Com vocês, O Rappa eu quero ver Gol.
Batuque, balanço, swing, praia e carnaval
Hoje no pé do morro tem ensaio geral
Eu quero ver gol eu quero ver gol
Não precisa ser de placa eu quero ver gol
Dois dias sem dormir chega domingo de manhã,
Fica difícil passar sem um banho de mar
Tem a distância lotação, tumulto então,
Tô no favelinha, peguei fora da linha
Méier-copacabana é o bonde ideal,
No ponto final o rebu é total
Pula pela janela pro bonde é normal
Zuando no asfalto, zuando na areia
Quando chegar na água vou me acabar
Quando chegar na água jacaré o que vai dar,
Porque eu quero ver gol, eu quero ver gol
Não precisa ser de placa, eu quero ver gol(2)
Tem limão, tem mate, melancia fatiada,
O globo sal e doce, dragão chinês
Tô no rango desde as 2 e a lombra bateu
O jogo é as 5 e eu sou mais o meu
Tô com a geral no bolso garanti o meu lugar
Vou torcer, vou xingar pro meu time ganhar...
Porque eu quero ver gol eu quero ver gol
Não precisa ser de placa eu quero ver gol
Maicou...
enviada por Maicou
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